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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Festival das Artes de Coimbra 2013 - Programação

De 16 a 23 de Julho 2013 na Quinta das Lágrimas e outros locais decorre a 5ª edição do Festival das Artes, em Coimbra, e traz de novo à cidade uma programação cultural de excelência.

A seguir a Noite, Água, Paixões e Viagens, temas que caracterizaram as edições passadas do festival, a 5ª edição do Festival das Artes aborda o tema da Natureza, dando destaque à beleza natural de Coimbra, cidade verde, banhada por um dos mais belos rios de Portugal. A programação do Festival das Artes espelha assim a Natureza nas várias áreas artísticas em que intervém.

No dia da abertura do festival, 16 de Julho, é apresentada a exposição produzida pela Fundação EDP - “Território comum, Imagens do Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa, 1955-1957” que reúne 100 fotografias inéditas que testemunham paisagens, povoações, edifícios, rostos e modos de vida da época.

Esta exposição, realizada em parceria com a Ordem dos Arquitectos e comissariada por Sérgio Mah, estará patente no CAV (Centro de Artes Visuais) desde 13 de Julho a 29 de Setembro.

O Ciclo das Artes Plásticas propõe ainda a inauguração da exposição “Marcas (In)visíveis” Ou a queda numa trama de dupla exposição no CAPC (Círculo de Artes Plásticas de Coimbra) e uma visita comentada pelo Professor Dr. Jorge Alarcão à exposição organizada pelo Museu Municipal de Coimbra - “As Pontes de Coimbra que se Afogaram no Rio” no Edifício Chiado.

Serão muitos os pretextos para visitar o Festival das Artes, a começar pelo Ciclo das Artes do Palco, no Teatro Académico Gil Vicente, onde o festival apresenta, pela primeira vez na sua história, um espectáculo de dança contemporânea da Companhia Nacional de Bailado, A Sagração da Primavera, com coreografia de Olga Roriz. Após 38 anos de carreira e nove solos, a coreógrafa revisita a obra de Stravinsky, que este ano celebra os 100 anos desde a sua primeira interpretação coreográfica em 1913 por Nijinsky.

Para além da dança, o Ciclo das Artes do Palco apresenta no dia 18 de Julho uma leitura encenada do Sermão de Santo António aos Peixes, de autoria de Padre António Vieira, interpretado pelo actor João Reis, uma escolha motivada pela urgência do pensamento sobre questões sociais, o combate à pobreza e a crise de valores que a sociedade atravessa actualmente. Um texto que nos leva imediatamente a um paralelismo com o actual Papa Francisco, também ele jesuíta.

O Ciclo da Gastronomia convida a um jantar com três chefes de renome - Joachim Koerper, Albano Lourenço e José Cordeiro - e a um workshop de gastronomia com Albano Lourenço, Chef dos restaurantes da Quinta das Lágrimas.

A programação é ainda complementada com duas sessões de cinema comissariadas por António Mega Ferreira e o Serviço Educativo põe os mais novos a rir e a aprender com o espectáculo O Jardineiro do Sol, da companhia Camaleão e actividades no Museu da Ciência Viva, enquanto que os mais velhos poderão participar no workshop de escrita com o escritor Mário Cláudio.

O Ciclo de Conferências é celebrado através da palavra do Presidente do Conselho de Administração Executivo da EDP – Energias de Portugal, António Mexia, na conferência "Energia: Mitos e realidades do sector", e do discurso da arquitecta paisagista Cristina Castel-Branco, Helena Freitas e Teresa Andresen na conferência “Ecologia, Natureza e Estética”.

A programação é ainda enriquecida com o Ciclo da Música que traz este ano ao palco da Quinta das Lágrimas a Orquestra Clássica do Centro, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra de Câmara Portuguesa, o Concerto da Juventude da Orquestra de Sopros da Associação Académica de Coimbra e o Recital de Piano de António Rosado.

Integrados neste ciclo, os fins de tarde seguem rumo a uma uma agradável viagem, pelas margens do rio Mondego, acompanhada de música jazz, a bordo do famoso Basófias.

O Festival encerra a 23 de Julho ao som das cordas da guitarra portuguesa e do piano do grupo CORDIS, que será acompanhado por Cuca Roseta. O espectáculo será marcado pela voz cristalina da fadista e pela fusão de tradição e inovação do grupo CORDIS, que nos tem habituado e bem com a sua presença.

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